COMUNICAR COM OS ANJOS

O contacto com os Anjos manifesta-se de diferentes formas, de acordo com as nossas características espirituais. No entanto, a comunicação é sempre fácil e muito subtil.

Para contactar com os Anjos há dois pré-requisitos: ter vontade de os receber na nossa vida e estar atento às coisas mais simples e simbólicas. A abertura à existência e à possibilidade de os Anjos comunicarem connosco é o fator mais importante. Existe uma fé de que não estamos sozinhos e somos acompanhados, guiados e protegidos a tempo inteiro. A parte da atenção serve para percebermos esse acompanhamento, e recebermos as orientações que estão sempre ao nosso dispor.

Existem muitos livros sobre Anjos, todos eles belíssimos e cheios de testemunhos que nos dão vontade de conseguir fazê-lo também. Mais uma vez o mais importante é a prática pessoal. O nosso esforço e dedicação nessa conexão com a dimensão espiritual que está sempre presente em nosso redor. A atenção e expansão da consciência e do real.

As formas mais comuns de comunicação dos Anjos connosco são as mensagens escritas ou faladas/cantadas, palavras ou pequenas expressões que ouvimos como que por acaso. São melodias suaves, o cheiro das flores, imagens e cores que surgem no nosso caminho com uma beleza fora do normal. São as penas e os pássaros e, para os mais sensitivos, as sensações de paz profunda e de aconchego.

Como estabelecer o contacto?

É muito simples, basta pedir! Jesus não se enganou quando nos disse “pede e terás”. Todo o princípio espiritual é o do pedido. Quando precisamos de orientação, de proteção, de inspiração, de aconchego pedimos aos Anjos que nos ajudem, que nos indiquem o caminho, que nos mostrem a sua presença e proteção junto de nós. Acreditamos do fundo do coração e seguimos confiantes de que no momento certo obteremos a nossa resposta. E ela não falha!

Desde nova que me interesso pelas questões espirituais e que dou alguma atenção à astrologia e aos horóscopos, tendo vindo ao longo dos anos a fazer certas contas sobre quando devo engravidar para que os meus filhos nasçam neste ou naquele mês e tenham este ou aquele signo. Na última vez que pensei nisso andava a trabalhar num centro de estudos e fazia parte do meu trabalho ir buscar as crianças à escola. Lembro-me de ter estado mais uma vez a fazer essas contas e de ter pedido opinião aos Anjos sobre o assunto, se estava a “fazer bem as contas”!

Já não sei se foi no próprio dia ou no dia seguinte mas como sempre fui buscar o Gabriel, um menino de oito anos, à escola. Vínhamos no caminho a conversar sobre uma festa de anos que ele ia ter nesse fim de semana e começámos a falar sobre aniversários, quando era o meu, quando era o dele e o do irmão, etc. Do nada, aquele doce menino tomou um tom muito sério e disse-me “eu é que sei quando as pessoas fazem anos. Eu é que decido quando as pessoas nascem. Eu é que decido a tua data de nascimento e a de todos. Tu não sabes nada. Sou eu que decido.”

Escusado será dizer que engoli a seco, sorri e agradeci a resposta.

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